Sobre :mínimo diário! e as outras artes-histórias

!mínimo diário: coletivo de outras artes-histórias

mínimo diário é um coletivo de outras artes-histórias. Nasceu em 2014, entre as produções e inquietações de Ana, Paulo e Vinicius, na cidade de São Paulo/SP.

Nossa andança se dá na confecção de livros artesanais, processos educativos e experimentações artísticas. Produzimos histórias autorais escritas, desenhadas, contadas e encadernadas. Compartilhamos em oficinas fazeres e olhares tanto dos livros como objeto de experimentação, como da criação enquanto produção e expressão de nossas.

Neste caminhar publicamos o nosso primeiro impresso Costurando Contos Narrados, em 2015, livro artesanal de contos fantásticos, distribuído para bibliotecas de São Paulo com o apoio do Programa VAI. E conjuntamente publicamos duas zines: Meu Chão, que retrata moradores de periferias da zona sul; e a Dos Amores, com olhar para os afetos diversos.

Hoje, estamos com os olhos e mãos junto ao movimento latino-americano cartonera. Na confecção desses livros trabalhamos e somos trabalhados na matéria e no improvável. Lançamos então nosso selo editorial de nome Flora Cartonera. Já com sua primeiras publicações: o livro Céus Olhos e a zine Encarnação.

Desde 2014, articulamos, produzimos e orientamos oficinas de encadernação e outras artes-histórias. Já fizemos mais de 20 experimentos como oficineiros e trocamos nestes encontros com crianças, jovens, adultos e idosos. Nos encontros oficineiros além das técnicas, chegamos junto para afetar os outros com a nossa estética e a possibilidade de outros modos de produção. Cada um pode inventar seu jeito, inventar seu mundo!

Somos feitos pelas artes que fazemos.

Acompanhe nossas oficinas e participe desse encontro com a gente!


Outras artes-histórias

O que seria essas outras artes-histórias? E não é exatamente esse nosso lugar de não-saber. Não sabemos tanto, que ficamos por aí, na espreita de ver o que surge.

Uma história que diz algo outro, uma voz que diz e nunca se ouve, uma arte que é tão arte do dia-a-dia que ninguém a nota. Acreditamo no novo bem mais do que no eterno, mas achamos que o olho tá tão cego de ver do mesmo jeito que esqueceu dos outros possíveis que tão sempre lá. Coisas pequenas que são esquecidas.

Faz um ponto costura, lembra uma história da família. Produz um desenho maluco e feio. Grita um rouco jeito. Produz e nisso nasce o que ainda nem é. Quanto de arte, quanto de história existe nos caosdernos esquecidos nas gavertas?

 


Projetos

concluído ou na memória

  • 2015 – Costurando Contos Narrados
    • primeiras oficinas do coletivo e a publicação do livro artesanal Costurando Contos Narrados.
  • 2016 – Memórias Pontuais
    • unimos o fazer da narração de histórias aos nossos processos com livros e oficinas para nos perguntar sobre nossa memórias.
  • 2017 – SerRio
    • uma pausa conjunto para seguir os fluxos. cansamos de ver rio, queremos ser rio!

De estação em estação

  • Translação – 1a edição 2016 / 2a edição 2018
    • agenda anual do mínimo, investigação dos processos do ano. a primeira edição homenageou poetas de pouca visibilidade; já a segunda veio com tudo sentir as estaçãoes do ano

Na lida diária ou em andamento

  • 2016-atual – Chão
    • Projeto de teatro autoral do Paulo, na investigação da vivência do Chão que nos sustenta e dá forças para ser uma pessoa habitada.
  • 2017-atual – Flora Cartonera
    • Selo cartonera do mínimo diário, lançado na FeliZS – 2017. Republicamos os nossos contos, as zines DosAmores e Meu Chão e lançamos o livro infantil Céus Olhos, do Paulo.
  •  2018-atual – InventeUmMeio
    • Investigar a produzir um jogo de baralho artesanal com imagens compondo possíveis novos imaginários: urbanos e decolonizados.

Modos de existir, as nossas TAGS

As tags expressam a multiplicidade de formas possíveis que somam em nosso existir de outras artes-histórias. A voz de cada um, a invenção de cada história, a permissão dos erros e a potência dos teus versos.

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